Fã de Adhemar Ferreira da Silva, australiana doa sapatilhas do ouro olímpico de 1956 durante Mundial

01 Outubro 2019
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Presente no Mundial de Atletismo de Doha, Rosemary Mula cede relíquia à exposição da IAAF sobre os maiores nomes do esporte. Brasileiro é o único representante da América do Sul

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Enquanto o Mundial de Atletismo acontece no Estádio Kalifa, em Doha, no Catar, revelando a nova geração de estrelas do esporte, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) está promovendo uma exposição com relíquias para relembrar os maiores nomes da modalidade, em hotel na cidade. Adhemar Ferreira da Silva, o único brasileiro homenageado, está representado pelas sapatilhas usadas na Olimpíada de 1956, doadas pela australiana Rosemary Mula.

No mínimo inusitado, mas esta senhora de pouco mais de 70 anos viu a conquista do bi no estádio olímpico em Melbourne, quando adolescente, em 1956. De fã, virou amiga pessoal de Adhemar anos depois. A amizade foi tão grande que Rosemary ganhou de presente as sapatilhas usadas pelo saltador triplo.

Dono de duas medalhas olímpicas de ouro no salto triplo em 52 e 56, cinco vezes recordista mundial da prova, o paulista completaria 92 anos no último domingo (29/09). Quem fez questão de lembrar a data foi Rosemary, talvez a maior fã do atleta brasileiro.Enquanto o Mundial de Atletismo acontece no Estádio Kalifa, em Doha, no Catar, revelando a nova geração de estrelas do esporte, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) está promovendo uma exposição com relíquias para relembrar os maiores nomes da modalidade, em hotel na cidade. Adhemar Ferreira da Silva, o único brasileiro homenageado, está representado pelas sapatilhas usadas na Olimpíada de 1956, doadas pela australiana Rosemary Mula.

No mínimo inusitado, mas esta senhora de pouco mais de 70 anos viu a conquista do bi no estádio olímpico em Melbourne, quando adolescente, em 1956. De fã, virou amiga pessoal de Adhemar anos depois. A amizade foi tão grande que Rosemary ganhou de presente as sapatilhas usadas pelo saltador triplo.

Dono de duas medalhas olímpicas de ouro no salto triplo em 52 e 56, cinco vezes recordista mundial da prova, o paulista completaria 92 anos no último domingo (29/09). Quem fez questão de lembrar a data foi Rosemary, talvez a maior fã do atleta brasileiro.Os presidentes do COI e da IAAF, Thomas Bach e Sebastian Coe, visitaram a exposição junto com Rosemary. Com o intuito de divulgar melhor a história do atletismo e seus ídolos com o público, a Confederação Internacional de Atletismo (IAAF) criou um departamento de patrimônio do esporte.

- A exposição é muito inspiradora. Para mim, traz tantas lembranças excelentes porque me permitiu reviver todos os incríveis campeonatos mundiais que participei. E foi ótimo ver minha heroína olímpica Wilma Rudolph representada, ela foi a atleta que primeiro inspirou meu amor pelas Olimpíadas - disse Bach.

Além do acervo para exposições, a Federação quer promover encontros nas escolas com os ídolos e incentivar o espírito olímpico através da rica história de ícones do atletismo. A sapatilha de Adhemar fará parte do acervo até a Olimpiada de 2020, enquanto Rosemary decide se ficará com a única lembrança física que tem do ouro de 1956.

Fonte:Globo Esporte

 

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Eduardo Spider

Eduardo Spider é viciado em Netflix e jogos multi-usuários. Ainda ganha mesada do pai e detesta fazer exercícios. Nada como um grande balde de pipoca e cinema. Pretende se formar em Direito...ou esquerdo. Qualquer um serve.

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