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Jogos para celular embarcam no mercado de eSports; confira os mais populares

18 Fevereiro 2019
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Games mobile, como Clash Royale e Arena of Valor, tomam conta do cenário competitivo e ganham destaque com premiações milionárias

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Os eSports estão em crescimento constante nos últimos anos. As competições estão cada vez mais deixando de lado as limitações e hoje é possível ser um jogador profissional até mesmo de games destinados ao público fã de jogos de celular, que, segundo a agência "NewZoo", deve gerar o maior lucro do mercado de games em 2021.

Confira os principais jogos mobile que têm balançado o cenário competitivo nos últimos anos:

Clash

RoyaleDesenvolvido pela Supercell, empresa pertencente à gigante chinesa Tencent, Clash Royale é um dos jogos que mais contribuíram para o crescimento dos eSports entre os mobile. O título foi lançado em 2016 e, um ano depois, chegou a registrar mais de 27 milhões de jogadores. Em 2018, a Supercell anunciou a Clash Royale League, que reuniu times de grandes organizações como Cloud9, Team Liquid, Immortals, LGD Gaming, 100 Thieves, Team WE, Fnatic, G2, entre muitas outras. O torneio ainda contou com a participação de paiN Gaming e Keyd - que mais tarde sagrou-se vice-campeã do torneio. O Brasil é bicampeão mundial, tendo conquistado duas edições da Nations Cup, a Copa do Mundo de Clash Royale.

Arena of ValorArena

Valor é um dos principais títulos mobiles da Tencent. O MOBA é bastante semelhante ao popular League of Legends e traz como diferencial a possibilidade de escolher heróis do universo da DC Comics, como Flash, Coringa, Batman, entre outros. O jogo tem crescido cada vez mais desde o lançamento e, assim como o Clash Royale, já conta com um campeonato mundial e ligas espalhadas ao redor do mundo. Em 2018, as finais regionais da 2ª Temporada da Valor Series foram realizadas no Brasil, nos estúdios da BBL, em São Paulo, reunindo equipes da América do Norte, Europa e América Latina.

PUBG MOBILEO
Battle Royale da PUBG Corp. não se limitou às telonas do computador e também deu as caras no mundo dos jogos mobile. Embora a carga competitiva não seja a mesma dos títulos citados anteriormente, PlayerUnknown’s Battlegrounds para celular surpreendeu em 2018 ao registrar 20 milhões de jogadores com pouco tempo de lançamento no Ocidente. O principal torneio do ano passado foi o PUBG Mobile Star Challenge, que contou com classificatórias na Europa, América do Norte/Sul, Ásia, Japão, Coreia do Sul, Tailândia, China, Indonésia e Índia. Vinte times brigaram por uma premiação total no valor de US$ 600 mil (R$ 2,2 milhões).

Vainglory

Embora tenha perdido espaço entre os MOBAS com a ascensão do principal rival (Arena of Valor), o título desenvolvido pela Super Evil Megacorp teve momentos de glória no cenário competitivo. No auge do Vainglory, organizações de peso do cenário internacional, como Team SoloMid, G2, mousesports, SK Gaming, entre outras, investiram em equipes na modalidade. Com o passar do tempo, o game foi se deteriorando e perdendo espaço. O maior feito do Brasil se deu quando a paiN Gaming chegou até as quartas de final do campeonato mundial em 2017. Embora o jogo tenha apresentado atividade competitiva ao redor do mundo em 2018, faltaram investimentos no mercado sul-americano, o que estacionou o crescimento do MOBA na região.

Free Fire
Semelhante a PUBG, Free Fire foi lançado no fim de 2017 e conquistou até mesmo o público que não era entusiasta de jogos no estilo Battle Royale. Diferentemente dos concorrentes, o jogo traz uma jogatina mais simples e se popularizou rapidamente. No Brasil, o título produzido pela Garena fez bastante sucesso e contou até com uma disputa presencial na Brasil Game Cup (BGC), durante a Brasil Game Show (BGS) de 2018. A premiação total do torneio ultrapassou os R$ 40 mil. Hoje, o principal torneio de Free Fire nas terras tupiniquins é a Free Fire Pro League, que reúne os 35 melhores times de FF do país. O primeiro campeonato mundial está marcado para acontecer em Bangkok, na Tailândia, e os dois primeiros colocados da Pro League se classificam para o torneio.

Fonte:(Globo Esporte)

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Eduardo Spider

Eduardo Spider é viciado em Netflix e jogos multi-usuários. Ainda ganha mesada do pai e detesta fazer exercícios. Nada como um grande balde de pipoca e cinema. Pretende se formar em Direito...ou esquerdo. Qualquer um serve.

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